Apuração
Vereador · 2020 · PL

Doutor Fiorilo

Jose Mansueto Fiorilo · nasceu em 1952

Doutor Fiorilo se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2012PDT2016AGIR2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PDT (2008–2012), AGIR (2016), PL (2020).

VereadorPartidoPDTAGIRPL2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    PL 22500· direita
    não eleito2.629 votos
  2. 2016
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    AGIR 36500· direita· na urna, Dr. Fiorilo (dr. Zezito)
    eleito3.616 votos
  3. 2012
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    PDT 12500· centro-esquerda
    eleito2.400 votos
  4. 2008
    Vereador · Juiz de Fora (MG)
    PDT 12500· centro-esquerda· na urna, Dr. Fiorilo
    eleito2.017 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Doutor Fiorilo declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 74 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,2 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.106.280 na declaração)

Declarou 74 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Doutor FioriloR$ 1,6 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Saldo em caderneta de poupança no banco do brasilR$ 933,1 mil
    Caderneta de poupança
  2. Casa na rua francisco henriquesR$ 384,9 mil
    Casa
  3. Saldo conta corrente banco do brasilR$ 98,1 mil
    Conta corrente no país
  4. Sala comercial na rua porto das floresR$ 91,2 mil
    Sala ou conjunto
  5. Veiculo toyota corollaR$ 70,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Saldo em conta capitalR$ 8.034
    Outras aplicações
  7. Saldo em conta correnteR$ 3.730
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Doutor Fiorilo declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 61 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Juiz de Fora (MG) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 61,4 mil
0% veio de fundos públicos; 21 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 61,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 34,2 mil55,8%
  2. PessoasR$ 27,2 mil44,2%

Para onde foi

R$ 34,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 34,2 mil.
  1. Material impressoR$ 27,6 mil80,7%
  2. ServiçosR$ 2.9728,7%
  3. TransporteR$ 2.8888,4%
  4. EscritórioR$ 7372,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Juiz de Fora (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,3 por voto. Quem venceu, Cida, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Alcebiades Filho (Tim) REPUBLICANOSR$ 77 mil · 662 votosR$ 117
  • Vitinho PSCR$ 163 mil · 1.983 votosR$ 82,1
  • Robson Marques PTR$ 76 mil · 1.069 votosR$ 70,9
  • Sargento Mello Casal PTBR$ 155 mil · 2.783 votosR$ 55,8
  • Chico Evangelista PODER$ 67 mil · 1.546 votosR$ 43,1
  • Pardal PSLR$ 142 mil · 3.305 votosR$ 42,8
  • Igor Do Novo NOVOR$ 69 mil · 1.638 votosR$ 42,3
  • Rodrigo Mattos CIDADANIAR$ 113 mil · 2.751 votosR$ 41,2
  • Marlon Siqueira PPR$ 153 mil · 4.148 votosR$ 36,8
  • Maurício Delgado DEMR$ 119 mil · 4.106 votosR$ 28,9
  • Julinho PATRIOTAR$ 98 mil · 5.328 votosR$ 18,4
  • Cida PTR$ 88 mil · 6.045 votosR$ 14,6

Votos por real

  • 2020, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 126 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.