Apuração
Deputado estadual · 2010 · AGIR

Doutor Alexandre Vianna

Alexandre Augusto Vianna Costa · nasceu em 1970

Doutor Alexandre Vianna disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo AGIR: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAGIR+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoAGIR2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 39 anos, superior completo, médico. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Minas Gerais
    AGIR 36987· centro-direita
    suplente2.102 votos; 354º mais votado de 942 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Doutor Alexandre Vianna teve 2.102 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 354º lugar entre 942 candidatos.

Recebeu votos em 95 cidades. Belo Horizonte deu 44,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,9%.

2.102 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.102 votos.
  1. Belo Horizonte (MG)939 votos44,7%
  2. Vespasiano (MG)407 votos19,4%
  3. Contagem (MG)134 votos6,4%
  4. Ribeirão das Neves (MG)67 votos3,2%
  5. Matozinhos (MG)40 votos1,9%
  6. Outras 80 cidades255 votos12,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Doutor Alexandre Vianna declarou R$ 140,9 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 140,9 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 57.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2010.

  • Doutor Alexandre ViannaR$ 140,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 149,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 140,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Doutor Alexandre Vianna declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Minas Gerais · AGIR · suplente

De onde veio

R$ 15,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.59742,3%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.37534,5%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 3.61623,2%

Para onde foi

R$ 15,6 mil
O maior gasto foi com outros: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2010

Mediana da disputa: R$ 51,4 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 18,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 18,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 135 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.