Douglas Rocha
Douglas Edson da Rocha · nasceu em 1960
Douglas Rocha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · São PauloPSDB 45620· centro-direitasuplente5.933 votos; 462º mais votado de 1.520 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Douglas Rocha teve 5.933 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 462º lugar entre 1.520 candidatos.
Recebeu votos em 175 cidades. Araras deu 66,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Douglas Rocha declarou R$ 331,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 68 mil acima da inflação.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Douglas RochaR$ 331,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Douglas Rocha declarou ao TSE R$ 103 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 90 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Araras (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 7.47069,1%
- Próprio bolsoR$ 2.94527,2%
- PessoasR$ 4023,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.78353,5%
- TransporteR$ 2.62424,3%
- OutrosR$ 2.11519,6%
- EscritórioR$ 2952,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Araras (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 29,2 por voto. Quem venceu, Dr. Brambila, gastou R$ 6,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 71,8; o mais barato, R$ 6,88.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Luiz Emilio Salomé PSBR$ 20 mil · 279 votosR$ 71,8
- Di Do Copacabana PSLR$ 38 mil · 661 votosR$ 57,2
- Dr. Tabajara PTBR$ 29 mil · 633 votosR$ 45,2
- Costa Do Sindicato PTBR$ 20 mil · 489 votosR$ 41,7
- Evaldo Grigoleto PSDBR$ 19 mil · 478 votosR$ 40,4
- Marreto MDBR$ 43 mil · 1.113 votosR$ 38,8
- Derci Tofolo DEMR$ 41 mil · 1.416 votosR$ 29,2
- Olga Eliseu PRPR$ 43 mil · 1.672 votosR$ 25,7
- Erinson Mercatelli PSBR$ 25 mil · 1.897 votosR$ 13,1
- Marcelo Fachini MDBR$ 25 mil · 2.035 votosR$ 12,3
- Breno PTR$ 33 mil · 2.719 votosR$ 12,3
- Dr. Brambila PTR$ 51 mil · 7.394 votosR$ 6,88
Votos por real
- 2008, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 66 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 691 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.