Doti
Ivar Bidin · nasceu em 1963
Doti se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: REPUBLICANOS (2012), PSL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 52 anos, superior incompleto, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Doti declarou R$ 414,3 mil em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 78,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- DotiR$ 414,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Doti declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Baianópolis (BA) · PSL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.45394,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 3245,6%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 64811,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Baianópolis (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 53,6 por voto. Quem venceu, Diva Palmeira, gastou R$ 9,53 por voto. O voto mais caro custou R$ 347; o mais barato, R$ 9,53.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chico Beu REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 17 votosR$ 347
- Cleuzino Neres PSDR$ 6 mil · 19 votosR$ 314
- Vaneis Do Buriti Cortado PRTBR$ 5,9 mil · 20 votosR$ 295
- Nelza Do Nenzinho MDBR$ 5,9 mil · 33 votosR$ 179
- Van Enfermeira PSDR$ 6 mil · 35 votosR$ 171
- Chico Da Mariene PSDR$ 7 mil · 90 votosR$ 77,6
- Professora Marli Do Olivio PSDR$ 5,9 mil · 110 votosR$ 53,6
- Humberto PTBR$ 8,5 mil · 303 votosR$ 28
- Demar Da Boa Esperança PSDR$ 15 mil · 616 votosR$ 24,3
- Vacirley De Varzeas PSDR$ 5,9 mil · 374 votosR$ 15,8
- Maurivan REPUBLICANOSR$ 5,9 mil · 376 votosR$ 15,7
- Diva Palmeira REPUBLICANOSR$ 6,1 mil · 636 votosR$ 9,53
Votos por real
- 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.