Dorival do Ônibus
Dorival Pereira Nunes · nasceu em 1952
Dorival do Ônibus se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PP (2004–2008), PSDB (2012), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 71 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2012Vice-prefeito · Guzolândia (SP)PSDB 45· centro-direitaNa chapa de Juniorchapa eleita2.375 votos da chapa, 100,0%
- 2008Vice-prefeito · Guzolândia (SP)PP 13· direita· na urna, Dorival do OnibusNa chapa de Marcio Cardosochapa eleita1.687 votos da chapa, 55,0%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dorival do Ônibus declarou R$ 248,6 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 307,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Dorival do ÔnibusR$ 248,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.