Apuração
Deputada estadual · 2010 · PC do B

Doquinha

Raimunda de Souza Gomes · nasceu em 1967

Doquinha disputou uma eleição, em 2010, para deputada estadual (Amazonas), pelo PC do B: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPC do B2010
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 43 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputada estadual · Amazonas
    PC do B 65400· esquerda
    suplente1.963 votos; 119º mais votada de 352 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Doquinha teve 1.963 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 352 candidatos.

Recebeu votos em 40 cidades. Manaus deu 38,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,1%.

1.963 votos
votos para deputada estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.963 votos.
  1. Manaus (AM)746 votos38%
  2. Lábrea (AM)571 votos29,1%
  3. Tefé (AM)202 votos10,3%
  4. Alvarães (AM)81 votos4,1%
  5. São Paulo de Olivença (AM)55 votos2,8%
  6. Outras 25 cidades97 votos4,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Doquinha declarou R$ 163,2 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amazonas.

R$ 163,2 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 66.000 na declaração)

Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Amazonas em 2010.

  • DoquinhaR$ 163,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 27,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 163,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Doquinha declarou ao TSE R$ 78 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputada estadual · Amazonas · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 78,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 78,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 19,5 mil24,9%
  2. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 14,7 mil18,8%
  3. Outros candidatosR$ 2.7953,6%

Para onde foi

R$ 78,3 mil
O maior gasto foi com outros: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 78,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 2.4433,1%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Amazonas, 2010

Mediana da disputa: R$ 41,1 por voto. Quem venceu, Belarmino Lins, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputada estadual: 25 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.