Apuração
Vereadora · 2012 · PSB

Dona Lourdes

Maria de Lourdes Beserra de Sousa · nasceu em 1927

Dona Lourdes disputou uma eleição, em 2012, para vereadora (Curitiba (PR)), pelo PSB: eleita.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPSB2012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 84 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Curitiba (PR)
    PSB 40004· centro-esquerda
    eleita9.924 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dona Lourdes declarou R$ 377,8 mil em bens, em reais de hoje: 6,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

R$ 377,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 172.423 na declaração)

Declarou 6,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.

  • Dona LourdesR$ 377,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 175 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 377,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Aparatamento n. 81 8 andarR$ 142,8 mil
    Apartamento
  2. Consorcio banco itauR$ 71,8 mil
    Consórcio não contemplado
  3. Consorcio banco itauR$ 65,3 mil
    Consórcio não contemplado
  4. Consorcio banco itauR$ 39,2 mil
    Consórcio não contemplado
  5. 50% De um lote com uma casa de alvenariaR$ 37,8 mil
    Casa
  6. Consorcio banco itauR$ 11,3 mil
    Caderneta de poupança
  7. 50% De um apartamento predio comercialR$ 4.536
    Apartamento
  8. 50% Da propriedade denominada bela vistaR$ 3.780
    Terreno
  9. 50% Terreno no cemiterioR$ 1.135
    Terreno
  10. Caderneta de poupança ouro banco do brasilR$ 85
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Dona Lourdes declarou ao TSE R$ 44 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereadora · Curitiba (PR) · PSB · eleita

De onde veio

R$ 44 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 44 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 21,1 mil47,9%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicoes 2012 Luciano Ducci PrefeitoR$ 11,5 mil26,2%
  3. Próprio bolsoR$ 11,4 mil26%

Para onde foi

R$ 44 mil
O maior gasto foi com material impresso: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 44 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0222,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Curitiba (PR), 2012

Mediana da disputa: R$ 94,7 por voto. Quem venceu, Felipe Braga Cortes, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 235; o mais barato, R$ 43,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 225 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.