Apuração
Vereadora · 2016 · MDB

Dona Divina

Maria Divina Cunha Chaves · nasceu em 1949

Dona Divina se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2012PSD2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PL (2004), PSD (2012), MDB (2016).

VereadoraPartidoPLPSDMDB2004200620082010201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Arinos (MG)
    MDB 15123· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereadora · Arinos (MG)
    PSD 55123· direita
    suplente
  3. 2004
    Vereadora · Arinos (MG)
    PL 22789· direita· na urna, Divina de Nilsão
    suplente149 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dona Divina declarou ao TSE R$ 6,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 4,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Arinos (MG) · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.619
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.619
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.619.
  1. Material impressoR$ 71744,3%
  2. TransporteR$ 50831,4%
  3. ServiçosR$ 37423,1%
  4. EscritórioR$ 191,2%

Quanto custou cada voto: vereadora, Arinos (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 36,5 por voto. Quem venceu, Michirra, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 72; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Romaci Cigano MDBR$ 9,1 mil · 127 votosR$ 72
  • Nelson Da Dular PVR$ 7,4 mil · 130 votosR$ 56,8
  • Dinair Tavares PSLR$ 6,9 mil · 141 votosR$ 49
  • Joel Rodrigues PTR$ 6,8 mil · 148 votosR$ 46
  • Luizin CIDADANIAR$ 6,8 mil · 150 votosR$ 45,2
  • Fabim DEMR$ 15 mil · 374 votosR$ 41
  • Alberto Muniz PTR$ 13 mil · 364 votosR$ 36,5
  • Edmilson Do Crispim Santana PHSR$ 7,8 mil · 230 votosR$ 33,9
  • Donizete MDBR$ 11 mil · 456 votosR$ 24,9
  • William Professor PSDR$ 10 mil · 499 votosR$ 20,5
  • Valdo Torá PODER$ 7,3 mil · 442 votosR$ 16,5
  • Michirra PSDR$ 6,7 mil · 485 votosR$ 13,8

Votos por real

  • 2012, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 149 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.