Apuração
Prefeito · 2020 · PSB

Domingos de Gonzaga

Domingos Vicente Souza · nasceu em 1971

Domingos de Gonzaga se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSB2016PSB2020PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo PSB.

PrefeitoVereadorPartidoPSB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Pedrinhas (SE)
    PSB 40· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    Prefeito · Pedrinhas (SE)
    PSB 40· centro-esquerda· na urna, Domingo de Gonzaga
    não eleito2.938 votos, 49,7%
  3. 2008
    Vereador · Pedrinhas (SE)
    PSB 40000· centro-esquerda
    eleito294 votos
  4. 2004
    Vereador · Pedrinhas (SE)
    PSB 40000· centro-esquerda
    eleito248 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Domingos de Gonzaga declarou ao TSE R$ 97 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 61 mil, 11% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Pedrinhas (SE) · PSB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 32,3 mil
88% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,3 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialista Brasileiro - Aracaju - Se - EstadualR$ 28,3 mil87,7%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.5537,9%
  3. Próprio bolsoR$ 1.4154,4%

Para onde foi

R$ 31,6 mil
O maior gasto foi com serviços: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 31,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 1.8345,8%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 8492,7%
  3. EscritórioR$ 1470,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pedrinhas (SE), 2020

Mediana da disputa: R$ 9,81 por voto. Quem venceu, France De Domingos, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 18,6; o mais barato, R$ 8,32.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 201 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 127 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.