Apuração
Vereador · 2012 · PTB

Domingos Pedro

Domingos Monteiro Alves · nasceu em 1961

Domingos Pedro se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,32← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2012PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PTB.

VereadorPartidoPTB200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 50 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PTB 14456· centro-direita
    suplente115 votos
  2. 2008
    PTB 14456· centro-direita· na urna, Domingo Pedro
    eleito155 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Domingos Pedro declarou R$ 57 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 17,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 57 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 26.000 na declaração)

Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.

  • Domingos PedroR$ 57 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 57 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Domingos Pedro declarou ao TSE R$ 2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Domingos Mourão (PI) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 1.083
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.083
O maior gasto foi com rádio, TV e vídeo: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Domingos Mourão (PI), 2012

Mediana da disputa: R$ 39,2 por voto. Quem venceu, Barroso, gastou R$ 5,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,2; o mais barato, R$ 5,66.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 106 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 155 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.