Apuração
Deputado estadual · 2014 · PODE

Dolzan

Paulo Renato Dolzan · nasceu em 1947

Dolzan disputou uma eleição, em 2014, para deputado estadual (Mato Grosso do Sul), pelo PODE: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,41← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPODE2014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, não eleito.

Declarou ao TSE em 2014: 67 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PODE 19999· direita
    não eleito2.384 votos; 79º mais votado de 395 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dolzan teve 2.384 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 79º lugar entre 395 candidatos.

Recebeu votos em 49 cidades. Campo Grande deu 69,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.

2.384 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.384 votos.
  1. Campo Grande (MS)1.667 votos69,9%
  2. Bandeirantes (MS)124 votos5,2%
  3. Maracaju (MS)69 votos2,9%
  4. Bonito (MS)53 votos2,2%
  5. Ponta Porã (MS)51 votos2,1%
  6. Outras 34 cidades142 votos6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Dolzan declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 43 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 2,8 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.430.120 na declaração)

Declarou 43 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso do Sul em 2014.

  • DolzanR$ 2,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 64,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,8 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Crédito a receber de terceirosR$ 1,7 mi
    Outros créditos e poupança vinculada
  2. Saldo em 31/12 moeda correnteR$ 1,1 mi
    Dinheiro em espécie
  3. Quotas da empresa ortomag LTDAR$ 194
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Saldo em 31/12 conta poupança BBR$ 19
    Caderneta de poupança
  5. Conta corrente banco do brasil AG1873-2 c/c 8652-5R$ 19
    Outros créditos e poupança vinculada

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2014, Dolzan declarou ao TSE R$ 120 mil em receitas, em reais de hoje.

2014 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · PODE · não eleito

De onde veio

R$ 120,1 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 120,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 64,1 mil53,4%
  2. PartidoTudo de Partido Trabalhista Nacional - PtnR$ 28,8 mil24%
  3. Outros candidatosTudo de Eleicao 2014 Nelson Trad Filho GovernadorR$ 23,3 mil19,4%
  4. PessoasR$ 3.8403,2%

Para onde foi

R$ 120 mil
O maior gasto foi com material impresso: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 120 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal18 pessoas, não nomeadasR$ 42,3 mil35,3%
  2. OutrosR$ 6340,5%
  3. EventosR$ 5490,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 64,9 por voto. Quem venceu, Paulo Corrêa, gastou R$ 37,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 241; o mais barato, R$ 37,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.