Doglas Arisi
Doglas Luiz Arisi · nasceu em 1965
Doglas Arisi se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PP (2006–2008), MDB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Mato GrossoPP 11123· direitasuplente3.091 votos; 67º mais votado de 171 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Doglas Arisi teve 3.091 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 67º lugar entre 171 candidatos.
Recebeu votos em 97 cidades. Alta Floresta deu 68,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Doglas Arisi declarou R$ 876,5 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 1,3 mi, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- Doglas ArisiR$ 876,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Doglas Arisi declarou ao TSE R$ 161 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 117 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Alta Floresta (MT) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.13971,6%
- PartidoR$ 83219%
- Outros candidatosR$ 3036,9%
- PessoasR$ 1082,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.96567,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 61514%
- ServiçosR$ 3257,4%
- Material impressoR$ 3036,9%
- EscritórioR$ 1734%
Quanto custou cada voto: vereador, Alta Floresta (MT), 2012
Mediana da disputa: R$ 90 por voto. Quem venceu, Dr. Charles, gastou R$ 41,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 725; o mais barato, R$ 41,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cacy Leite PSDBR$ 46 mil · 64 votosR$ 725
- Prof.. Célia PTR$ 49 mil · 91 votosR$ 536
- Valdir Barbosa PTR$ 53 mil · 141 votosR$ 379
- Pitoco PLR$ 67 mil · 365 votosR$ 184
- Aldo Danetti PTR$ 54 mil · 299 votosR$ 179
- Prof Ecio Almagro PSDBR$ 52 mil · 396 votosR$ 131
- Zamir Mendes MDBR$ 47 mil · 521 votosR$ 90
- Éden Silva PPR$ 48 mil · 535 votosR$ 89,4
- Rogerio Colicchio PTR$ 50 mil · 755 votosR$ 66,4
- Eloi Crestani MDBR$ 52 mil · 867 votosR$ 59,8
- Dida Pires CIDADANIAR$ 55 mil · 1.215 votosR$ 45,1
- Dr. Charles PLR$ 56 mil · 1.359 votosR$ 41,5
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.