Doca
Fernando Manoel da Silva · nasceu em 1965
Doca se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PP (2004), AGIR (2008), PSL (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, ensino médio, militar reformado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Doca declarou R$ 134,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 26,7 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Doca declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Olinda (PE) · AGIR · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Olinda (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 19,8 por voto. Quem venceu, Ula, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 117; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Macario PTR$ 37 mil · 317 votosR$ 117
- Paulo Valença PTR$ 168 mil · 2.009 votosR$ 83,5
- Marcelo Santa Cruz PTR$ 163 mil · 2.560 votosR$ 63,5
- Júnior Leite PTR$ 87 mil · 2.067 votosR$ 42
- Ubiratan De Castro Júnior PTBR$ 98 mil · 2.554 votosR$ 38,5
- Mauro Fonseca PTBR$ 56 mil · 2.798 votosR$ 20
- Andre Avelar PPR$ 64 mil · 3.240 votosR$ 19,8
- Isadora Garcia PC do BR$ 40 mil · 2.088 votosR$ 19,3
- Márcio Barbosa PTBR$ 42 mil · 2.683 votosR$ 15,6
- Enildo PTR$ 47 mil · 3.020 votosR$ 15,5
- Ula PC do BR$ 40 mil · 3.183 votosR$ 12,6
- Vereador Professor Lupercio PDTR$ 36 mil · 3.113 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2008, vereador: 2.210 votos por R$ 1.000, 16 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.