Dô Peito de Aço
Joaquim Francisco da Silva · nasceu em 1941
Dô Peito de Aço se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 4 partidos: PL (2004), MDB (2008), PP (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 75 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dô Peito de Aço declarou R$ 15,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 105,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Dô Peito de AçoR$ 15,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dô Peito de Aço declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 19 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Paramirim (BA) · PP · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 10 mil51,7%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 9.35848,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paramirim (BA), 2012
Dô Peito De Aço: R$ 27,4 por voto (mediana da disputa, R$ 24,1). Quem venceu, Marcelo, gastou R$ 8,58 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 8,58.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Dô Peito De Aço. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marlene PPR$ 20 mil · 191 votosR$ 104
- George Tanajura PSDR$ 21 mil · 590 votosR$ 34,8
- Tõe De Dô PPR$ 26 mil · 852 votosR$ 30,9
- Dô Peito De Aço PPR$ 19 mil · 706 votosR$ 27,4
- Beto Da Gameleira PPR$ 15 mil · 575 votosR$ 25,4
- Tõe De Geralda PSDR$ 18 mil · 730 votosR$ 24,3
- Bau PSDR$ 14 mil · 580 votosR$ 24,1
- Orlando Flor PSDR$ 15 mil · 755 votosR$ 19,6
- Evando PSDR$ 13 mil · 689 votosR$ 19,3
- Dão PSDR$ 16 mil · 849 votosR$ 18,6
- Professor Raimundo PSBR$ 4,6 mil · 267 votosR$ 17,1
- Marcelo PPR$ 8,9 mil · 1.040 votosR$ 8,58
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.