Djalma Pastorello
nasceu em 1960
Djalma Pastorello se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · ParanáPSDB 45100· centro-direitasuplente4.289 votos; 183º mais votado de 519 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Djalma Pastorello teve 4.289 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 183º lugar entre 519 candidatos.
Recebeu votos em 100 cidades. Foz do Iguaçu deu 87,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Djalma Pastorello declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 404,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Djalma PastorelloR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Djalma Pastorello declarou ao TSE R$ 323 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 112 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Foz do Iguaçu (PR) · DEM · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 9.19956,7%
- PessoasR$ 4.24626,2%
- Outros candidatosR$ 2.10913%
- PartidoR$ 6824,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.18046%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.47718,4%
- PessoalR$ 2.26416,8%
- OutrosR$ 1.2389,2%
- TransporteR$ 9206,8%
- EscritórioR$ 2361,8%
- RepassesR$ 1291%
Quanto custou cada voto: vereador, Foz do Iguaçu (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 46,4 por voto. Quem venceu, Ney Patrício, gastou R$ 26,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 26,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Zoboli PVR$ 46 mil · 210 votosR$ 220
- Eliseu Moura PSDR$ 54 mil · 622 votosR$ 86,7
- Nanci Rafain Andreola DEMR$ 81 mil · 1.169 votosR$ 69,7
- Anice PLR$ 72 mil · 1.394 votosR$ 51,8
- Inês Weizemann PLR$ 55 mil · 1.095 votosR$ 50,5
- Darci Drm PLR$ 50 mil · 1.067 votosR$ 46,4
- João Miranda PSDR$ 47 mil · 1.104 votosR$ 43
- Policial Scheila Melo PSDR$ 40 mil · 971 votosR$ 41,1
- Adnan El Sayed PSDR$ 68 mil · 1.920 votosR$ 35,3
- Ney Patrício PSDR$ 53 mil · 2.000 votosR$ 26,3
Votos por real
- 2020, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.