Djalma Cardoso
Djalma Cardoso de Lima · nasceu em 1966
Djalma Cardoso disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Itacambira (MG)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 42 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Djalma Cardoso declarou R$ 21,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 40% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Djalma CardosoR$ 21,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Djalma Cardoso declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Itacambira (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 94256,6%
- PessoasR$ 72343,4%
Para onde foi
- OutrosR$ 72343,7%
- Material impressoR$ 55433,5%
- EscritórioR$ 21713,1%
- TransporteR$ 1619,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Itacambira (MG), 2008
Mediana da disputa: R$ 23,2 por voto. Quem venceu, Roberto, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,5; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Amilton Do Ministerio Trabalho PLR$ 6,2 mil · 69 votosR$ 90,5
- Napoleao PSDBR$ 2,8 mil · 44 votosR$ 64,1
- Valdemi CIDADANIAR$ 3 mil · 105 votosR$ 28,3
- Silvano PTR$ 5,4 mil · 199 votosR$ 27,2
- Joaozinho PSDBR$ 3,7 mil · 155 votosR$ 23,8
- Tone De Irineu PLR$ 3,3 mil · 142 votosR$ 23,5
- Dega PLR$ 3,1 mil · 135 votosR$ 23,2
- Zequinha PSDBR$ 5,6 mil · 324 votosR$ 17,3
- Ney Pacheco MDBR$ 2,9 mil · 171 votosR$ 16,9
- Marcelinho Do Taxi PDTR$ 3,2 mil · 191 votosR$ 16,5
- Mauricio PSDBR$ 2,6 mil · 169 votosR$ 15,2
- Roberto MDBR$ 2,4 mil · 188 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2008, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.