Djalma do Vale
Djalma Cardoso de Oliveira · nasceu em 1979
Djalma do Vale se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PSD (2012–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Djalma do Vale declarou R$ 991,2 mil em bens, em reais de hoje: 46 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 246,1 mil acima da inflação.
Declarou 46 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Djalma do ValeR$ 991,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 01 Fazenda localidade boa vistaR$ 430,9 milTerreno rural
- 01 Sítio na localidade vale das cancelasR$ 143,6 milTerreno rural
- 01 Caminhonete hilux toyotaR$ 129,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Casa na praça no distrito de vale das cancelasR$ 114,9 milCasa
- 01 Casa na avenida montes clarosR$ 100,6 milCasa
- 01 Terreno nas margens da rodovia BR-251R$ 71,8 milTerreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Djalma do Vale declarou ao TSE R$ 40 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Grão Mogol (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 14,2 mil90,9%
- Próprio bolsoR$ 1.4159,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.66140%
- TransporteR$ 5.33537,7%
- ServiçosR$ 2.12315%
- Material impressoR$ 1.0337,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Grão Mogol (MG), 2020
Djalma Do Vale: R$ 54,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). Quem venceu, André Costa, gastou R$ 7,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 435; o mais barato, R$ 7,08.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Djalma Do Vale. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria PTBR$ 5,7 mil · 13 votosR$ 435
- Djalma Do Vale MDBR$ 14 mil · 258 votosR$ 54,9
- Keila Enfermeira PTBR$ 8,6 mil · 168 votosR$ 51,1
- Professora Evanida PTBR$ 6,3 mil · 364 votosR$ 17,3
- Murilo De Dó MDBR$ 6,8 mil · 407 votosR$ 16,7
- Nelsão PTBR$ 9,1 mil · 556 votosR$ 16,3
- Valdeci Sheda REPUBLICANOSR$ 3,3 mil · 215 votosR$ 15,5
- Professora Cida DEMR$ 1,4 mil · 98 votosR$ 14,4
- Ivani Ribeiro MDBR$ 2,8 mil · 220 votosR$ 12,9
- Janio DEMR$ 2,2 mil · 227 votosR$ 9,66
- Marly Do Vale PTBR$ 2,4 mil · 255 votosR$ 9,43
- André Costa PSDR$ 1,5 mil · 210 votosR$ 7,08
Votos por real
- 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.