Apuração
Deputado estadual · 2006 · CIDADANIA

Dizon

Edison da Mota Leal · nasceu em 1953

Dizon disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Minas Gerais), pelo CIDADANIA: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoCIDADANIA2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 53 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Minas Gerais
    CIDADANIA 23245· centro
    suplente1.134 votos; 451º mais votado de 852 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Dizon teve 1.134 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 451º lugar entre 852 candidatos.

Recebeu votos em 58 cidades. Teófilo Otoni deu 72,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,4%.

1.134 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.134 votos.
  1. Teófilo Otoni (MG)822 votos72,5%
  2. Belo Horizonte (MG)117 votos10,3%
  3. Governador Valadares (MG)23 votos2%
  4. Contagem (MG)11 votos1%
  5. Nanuque (MG)11 votos1%
  6. Outras 43 cidades75 votos6,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Dizon declarou R$ 70,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 70,1 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 23.500 na declaração)

Declarou 46% da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2006.

  • DizonR$ 70,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 152,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 70,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Dizon declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Minas Gerais · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 18,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Único Pps-MgR$ 11,8 mil63,2%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.55919,1%
  3. Próprio bolsoR$ 2.98116%
  4. Outros candidatosR$ 2971,6%

Para onde foi

R$ 18,6 mil
O maior gasto foi com escritório: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 18,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Sociedade De Petróleo Arfla LtdaR$ 1.3357,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Dinis Pinheiro, gastou R$ 9,64 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 9,64.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 61 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.