Dizinho
Geomar Jose dos Santos · nasceu em 1954
Dizinho se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: AGIR (2004), PC do B (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dizinho declarou R$ 190,6 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 57,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- DizinhoR$ 190,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dizinho declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Piatã (BA) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.70151%
- PessoasR$ 2.59949%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.84691,4%
- Material impressoR$ 4558,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Piatã (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 20,5 por voto. Quem venceu, Professor Valmir, gastou R$ 10,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,3; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedro De Nônô PVR$ 8,2 mil · 141 votosR$ 58,3
- Gel PPR$ 8,8 mil · 236 votosR$ 37,2
- Valdo De Inacio PPR$ 17 mil · 567 votosR$ 30,6
- Elzi PPR$ 14 mil · 456 votosR$ 29,7
- Robertão MDBR$ 9,4 mil · 436 votosR$ 21,5
- Cleber PSCR$ 10 mil · 502 votosR$ 20,6
- Zé Mesquita PPR$ 12 mil · 580 votosR$ 20,5
- Adelson PSDBR$ 7,1 mil · 359 votosR$ 19,8
- Beto Bahia PTBR$ 10 mil · 639 votosR$ 16,2
- Quinca Mendes PPR$ 7,2 mil · 504 votosR$ 14,4
- Sholy PSCR$ 19 mil · 1.338 votosR$ 14,1
- Professor Valmir PC do BR$ 7,9 mil · 760 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2012, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 339 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.