Apuração
Vice-prefeito · 2020 · REPUBLICANOS

Divonzir Mendes

nasceu em 1969

Divonzir Mendes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,38← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2008MDB2012MDB2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: AGIR (2004), MDB (2008–2012), REPUBLICANOS (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoAGIRMDBREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Foz do Jordão (PR)
    REPUBLICANOS 17· direita
    Na chapa de Toninho
    chapa não eleita492 votos da chapa, 13,6%
  2. 2012
    MDB 15555· centro-direita· na urna, Divonzir
    suplente113 votos
  3. 2008
    MDB 15555· centro· na urna, Divonzir
    eleito229 votos
  4. 2004
    AGIR 36001· centro-direita· na urna, Divo
    suplente67 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Divonzir Mendes declarou R$ 50,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 68,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 50,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 50,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Divonzir Mendes declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Foz do Jordão (PR) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.150
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.150.
  1. Próprio bolsoR$ 2.89091,7%
  2. PartidoR$ 2608,3%

Para onde foi

R$ 3.150
O maior gasto foi com transporte: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.150.
  1. TransporteR$ 2.59382,3%
  2. Material impressoR$ 46614,8%
  3. EscritórioR$ 912,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Foz do Jordão (PR), 2012

Mediana da disputa: R$ 63,6 por voto. Quem venceu, Agnaldo, gastou R$ 37,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 610; o mais barato, R$ 37,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Cézar Sabiá PPR$ 6,1 mil · 10 votosR$ 610
  • Paulinho Maurina MDBR$ 5,3 mil · 25 votosR$ 214
  • Ereni Stadler PDTR$ 6,4 mil · 32 votosR$ 200
  • Zé Da Planalto PLR$ 5,3 mil · 57 votosR$ 92,9
  • Valdir Costa PPR$ 5,7 mil · 75 votosR$ 75,6
  • Edio Barbosa PLR$ 5,8 mil · 86 votosR$ 67,1
  • Cezinha PC do BR$ 7,9 mil · 124 votosR$ 63,6
  • Preto PTBR$ 5,5 mil · 87 votosR$ 62,8
  • Antonês PTBR$ 7,1 mil · 115 votosR$ 61,4
  • Chiquinho MDBR$ 6,9 mil · 137 votosR$ 50,7
  • Cleber MDBR$ 8,4 mil · 192 votosR$ 43,6
  • Agnaldo PSLR$ 9,2 mil · 248 votosR$ 37,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.