Divonzir Mendes
nasceu em 1969
Divonzir Mendes se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: AGIR (2004), MDB (2008–2012), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020Vice-prefeito · Foz do Jordão (PR)REPUBLICANOS 17· direitaNa chapa de Toninhochapa não eleita492 votos da chapa, 13,6%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Divonzir Mendes declarou R$ 50,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 68,1 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Divonzir Mendes declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Foz do Jordão (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.89091,7%
- PartidoR$ 2608,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.59382,3%
- Material impressoR$ 46614,8%
- EscritórioR$ 912,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Foz do Jordão (PR), 2012
Mediana da disputa: R$ 63,6 por voto. Quem venceu, Agnaldo, gastou R$ 37,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 610; o mais barato, R$ 37,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cézar Sabiá PPR$ 6,1 mil · 10 votosR$ 610
- Paulinho Maurina MDBR$ 5,3 mil · 25 votosR$ 214
- Ereni Stadler PDTR$ 6,4 mil · 32 votosR$ 200
- Zé Da Planalto PLR$ 5,3 mil · 57 votosR$ 92,9
- Valdir Costa PPR$ 5,7 mil · 75 votosR$ 75,6
- Edio Barbosa PLR$ 5,8 mil · 86 votosR$ 67,1
- Cezinha PC do BR$ 7,9 mil · 124 votosR$ 63,6
- Preto PTBR$ 5,5 mil · 87 votosR$ 62,8
- Antonês PTBR$ 7,1 mil · 115 votosR$ 61,4
- Chiquinho MDBR$ 6,9 mil · 137 votosR$ 50,7
- Cleber MDBR$ 8,4 mil · 192 votosR$ 43,6
- Agnaldo PSLR$ 9,2 mil · 248 votosR$ 37,3
Votos por real
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.