Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Divino Rufino

Divino Rufino da Silva · nasceu em 1955

Divino Rufino se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2008MDB2012MDB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualVereadorPartidoMDB20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Inhumas (GO)
    MDB 15605· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Vereador · Inhumas (GO)
    MDB 15605· centro-direita
    suplente442 votos
  3. 2008
    Vereador · Inhumas (GO)
    MDB 15605· centro
    eleito770 votos
  4. 2004
    Vereador · Inhumas (GO)
    MDB 15605· centro· na urna, Divino Rufino / Papagaio
    eleito1.281 votos
  5. 2002
    Deputado estadual · Goiás
    MDB 15144· centro
    suplente9.230 votos; 90º mais votado de 485 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Divino Rufino teve 9.230 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 90º lugar entre 485 candidatos.

Recebeu votos em 95 cidades. Inhumas deu 81,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.

9.230 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.230 votos.
  1. Inhumas (GO)7.496 votos81,2%
  2. Caturaí (GO)498 votos5,4%
  3. Goiânia (GO)281 votos3%
  4. Itumbiara (GO)105 votos1,1%
  5. Santa Rosa de Goiás (GO)104 votos1,1%
  6. Outras 80 cidades342 votos3,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Divino Rufino declarou R$ 282,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 153,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 282,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 174.000 na declaração)

Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.

  • Divino RufinoR$ 282,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 282,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Divino Rufino declarou ao TSE R$ 103 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 47 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Inhumas (GO) · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 742
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 742
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 742.
  1. Material impressoR$ 49967,2%
  2. ServiçosR$ 24332,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Inhumas (GO), 2016

Mediana da disputa: R$ 65,6 por voto. Quem venceu, Amelio Jacomo, gastou R$ 23,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.926; o mais barato, R$ 23,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernando Ferraz DCR$ 52 mil · 27 votosR$ 1.926
  • Karol REDER$ 23 mil · 24 votosR$ 970
  • Amaral Vigilante REDER$ 42 mil · 129 votosR$ 324
  • Wilson Antônio REDER$ 24 mil · 176 votosR$ 136
  • André Do Terço DCR$ 33 mil · 385 votosR$ 84,5
  • Lutero PPR$ 22 mil · 316 votosR$ 69,6
  • Leandro Essado MDBR$ 83 mil · 1.265 votosR$ 65,6
  • Tumate PTBR$ 23 mil · 486 votosR$ 47,7
  • Bruno Braz PDTR$ 29 mil · 610 votosR$ 47,1
  • Professor Charles PDTR$ 19 mil · 531 votosR$ 36,3
  • Edivaldo Junior PSBR$ 20 mil · 718 votosR$ 28,2
  • Amelio Jacomo PPR$ 29 mil · 1.241 votosR$ 23,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 205 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.