Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PTB

Divaldo Terra

nasceu em 1954

Divaldo Terra se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP2012PP2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PP (2004–2012), PTB (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPPPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Porteirão (GO)
    PTB 15· centro-direita
    Na chapa de Henrique
    chapa não eleita1.432 votos da chapa, 47,8%
  2. 2012
    Vereador · Porteirão (GO)
    PP 11000· direita
    suplente
  3. 2008
    Vereador · Porteirão (GO)
    PP 11000· direita
    eleito64 votos
  4. 2004
    Vereador · Porteirão (GO)
    PP 11456· direita· na urna, Divaldo
    eleito76 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Divaldo Terra declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 13 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Porteirão (GO) · PP · suplente

De onde veio

R$ 2.183
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.183
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.183.
  1. Material impressoR$ 2.05894,2%
  2. ServiçosR$ 1265,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Porteirão (GO), 2012

Mediana da disputa: R$ 99,6 por voto. Quem venceu, Euripedes Do Onibus, gastou R$ 60,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 821; o mais barato, R$ 60,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Chico Da Oficina MDBR$ 6,6 mil · 8 votosR$ 821
  • Elieth Do Júa PTR$ 6,2 mil · 24 votosR$ 257
  • Rock Da Agropeças MDBR$ 8,2 mil · 35 votosR$ 233
  • Vitinho PSBR$ 28 mil · 144 votosR$ 192
  • Wisley PDTR$ 14 mil · 136 votosR$ 103
  • Gislaine PSDBR$ 9,8 mil · 96 votosR$ 102
  • Agnaldo Do Seroni MDBR$ 7,3 mil · 73 votosR$ 99,6
  • Ze Goulart PLR$ 7,3 mil · 75 votosR$ 97,5
  • Celsinho MDBR$ 11 mil · 117 votosR$ 90,4
  • Istênio PSBR$ 7,4 mil · 89 votosR$ 83,2
  • Joel Brito PSBR$ 6,9 mil · 87 votosR$ 79,8
  • Euripedes Do Onibus PTR$ 9,4 mil · 155 votosR$ 60,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 4,9 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.