Apuração
Vereadora · 2012 · PP

Diva

Diva de Oliveira Tavares Macegoza · nasceu em 1955

Diva se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,55← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2012PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004), PP (2012).

VereadoraPartidoPTBPP20042006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 56 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Senador Amaral (MG)
    PP 11234· direita
    suplente
  2. 2004
    Vereadora · Senador Amaral (MG)
    PTB 14678· centro-direita· na urna, Diva do Cartório
    eleita164 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Diva declarou R$ 24,1 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 24,1 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 11.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • DivaR$ 24,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 24,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Diva declarou ao TSE R$ 3,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 2,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereadora · Senador Amaral (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 2.658
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.658.
  1. Próprio bolsoR$ 1.30048,9%
  2. PartidoR$ 83431,4%
  3. Outros candidatosR$ 52219,7%

Para onde foi

R$ 2.658
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.658.
  1. TransporteR$ 1.51056,8%
  2. Material impressoR$ 58522%
  3. EscritórioR$ 43316,3%
  4. OutrosR$ 1304,9%

Quanto custou cada voto: vereadora, Senador Amaral (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 22,8 por voto. Quem venceu, Sidnei Do Gusto, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,6; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2004, vereadora: 164 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.