Apuração
Vereador · 2012 · DEM

Dito Pezao

Benedito Inacio Cardoso · nasceu em 1964

Dito Pezao se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2008DEM2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: PL (2004), DEM (2008–2012).

VereadorPartidoPLDEM20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Araguapaz (GO)
    DEM 25555· direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Araguapaz (GO)
    DEM 25222· direita· na urna, Dito Pezão
    eleito105 votos
  3. 2004
    Vereador · Araguapaz (GO)
    PL 22247· direita· na urna, Dito Pesao
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Dito Pezao declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Araguapaz (GO) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 1.061
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.061.
  1. Próprio bolsoR$ 58555,1%
  2. Outros candidatosR$ 47744,9%

Para onde foi

R$ 1.061
O maior gasto foi com outros: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.061.
  1. OutrosR$ 1.05599,4%
  2. EscritórioR$ 60,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Araguapaz (GO), 2012

Mediana da disputa: R$ 85,7 por voto. Quem venceu, Egnaldo Dular, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.367; o mais barato, R$ 23,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vavá PTR$ 8,2 mil · 6 votosR$ 1.367
  • Jainimy Valadares DCR$ 8,1 mil · 12 votosR$ 678
  • Rafael Do Amador PSDBR$ 8,4 mil · 75 votosR$ 113
  • Derci Da Ambulância PSDBR$ 9 mil · 85 votosR$ 106
  • Levi Do Açougue PSDBR$ 6,7 mil · 70 votosR$ 95,4
  • Alessandro Borges MDBR$ 10 mil · 110 votosR$ 93,7
  • Pim Do Correio PSDBR$ 5,3 mil · 62 votosR$ 85,7
  • João Xavier PSDR$ 20 mil · 250 votosR$ 78,2
  • Ronan PSDBR$ 6,5 mil · 118 votosR$ 55,1
  • Fabim Do Damarcio DEMR$ 5,2 mil · 172 votosR$ 30,5
  • Paulinho Mecanico PPR$ 5,2 mil · 183 votosR$ 28,6
  • Egnaldo Dular PPR$ 4,8 mil · 202 votosR$ 23,9

Votos por real

  • 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.