Ditinho Ilhabela
Benedito Augusto dos Santos · nasceu em 1966
Ditinho Ilhabela se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2008), PROS (2018–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 54 anos, ensino médio, contador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · São PauloPROS 90321· direitasuplente1.522 votos; 826º mais votado de 1.959 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Ditinho Ilhabela teve 1.522 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 826º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 43 cidades. Ilhabela deu 77,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ditinho Ilhabela declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 81,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Ditinho IlhabelaR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ditinho Ilhabela declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 15 mil, 67% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Ilhabela (SP) · PROS · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.70737,2%
- Fundo partidárioTudo de Comissao Provisoria Do Partido Republicano Da Ordem Social Em IlhabelaR$ 7085,6%
Para onde foi
- RepassesTudo de Comissao Provisoria Do Partido Republicano Da Ordem Social Em IlhabelaR$ 3.68246,3%
- ServiçosTudo de Essent Inovacao Contabil LtdaR$ 3.53844,4%
- InternetTudo de Essent Inovacao Contabil LtdaR$ 4595,8%
- EscritórioR$ 2823,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, Ilhabela (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 97,1 por voto. Quem venceu, Toninho Colucci, gastou R$ 38,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 21,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcelo Bonin AGIRR$ 6,7 mil · 39 votosR$ 171
- Irê Juliani PTBR$ 299 mil · 1.911 votosR$ 156
- Ulisses Moreira Neto DCR$ 1,4 mil · 11 votosR$ 129
- Luizinho Da Ilha PSDBR$ 231 mil · 2.057 votosR$ 112
- Gracinha PSDR$ 381 mil · 3.925 votosR$ 97,1
- Anselmo Tambellini PTR$ 12 mil · 189 votosR$ 62,2
- Toninho Colucci PLR$ 400 mil · 10.266 votosR$ 38,9
- Valdir Veríssimo PODER$ 33 mil · 1.533 votosR$ 21,4
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 104 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.