Ditinho
Benedito Garcia Rodrigues · nasceu em 1941
Ditinho se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PTB (2004), CIDADANIA (2008–2012), PSB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 79 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ditinho declarou R$ 28,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 154,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- DitinhoR$ 28,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ditinho declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 815.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sagres (SP) · DEM · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Sagres (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 6,43 por voto. Quem venceu, Ed Clapis Maneta, gastou R$ 4,57 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,3; o mais barato, R$ 4,45.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Moacir Pires PPR$ 3,3 mil · 85 votosR$ 38,3
- Paraíba PVR$ 1,7 mil · 138 votosR$ 12,3
- Luciene Do Sandro PVR$ 142 · 13 votosR$ 10,9
- Ze Tonho DEMR$ 538 · 55 votosR$ 9,78
- Henrique Iembo PSDBR$ 920 · 108 votosR$ 8,52
- Curisco PSDBR$ 495 · 77 votosR$ 6,43
- Cido Do Negão PVR$ 283 · 46 votosR$ 6,15
- Italo PPR$ 113 · 21 votosR$ 5,39
- Ed Clapis Maneta PVR$ 283 · 62 votosR$ 4,57
- Isabele PPR$ 125 · 28 votosR$ 4,45
Votos por real
- 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 220 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.