Dircon Bastos
Dircon da Silveira Bastos · nasceu em 1951
Dircon Bastos se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPT 13733· centro-esquerda· na urna, Dirconsuplente9.985 votos; 366º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dircon Bastos teve 9.985 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 366º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 76 cidades. São Bernardo do Campo deu 29,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dircon Bastos declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Dircon BastosR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- BB fixa privateR$ 523,7 milDinheiro e aplicações
- Imóvel rua groelândiaR$ 323,6 milImóveis
- Imóvel residencialR$ 229,2 milImóveis
- Imóvel rua santanaR$ 107,9 milImóveis
- Automóvel fiat tempraR$ 27 milVeículos, barcos e aeronaves
- Ouro capR$ 7.879Dinheiro e aplicações
- Poupança BBR$ 1.103Dinheiro e aplicações
- Conta corrente BBR$ 183Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dircon Bastos declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 81 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Mongaguá (SP) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 13,1 mil62,4%
- EmpresasR$ 6.69431,8%
- PartidoR$ 1.2265,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 7.24834,4%
- TransporteR$ 7.22934,4%
- Material impressoR$ 6.56231,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mongaguá (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 73 por voto. Quem venceu, Marcio Cabeça, gastou R$ 35,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 249; o mais barato, R$ 35,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Jocy Junior PSBR$ 67 mil · 267 votosR$ 249
- Dona Aida DEMR$ 99 mil · 711 votosR$ 139
- Si PSBR$ 42 mil · 321 votosR$ 130
- Eduardo Besni PSBR$ 40 mil · 474 votosR$ 84,5
- Silvio Do Itaoca PTBR$ 40 mil · 541 votosR$ 73,2
- Lira PSDBR$ 62 mil · 853 votosR$ 73
- Dr. Lazinho MDBR$ 43 mil · 667 votosR$ 64,6
- Zé Pedro CIDADANIAR$ 70 mil · 1.128 votosR$ 61,8
- Rafael Redó DEMR$ 58 mil · 1.030 votosR$ 56,5
- Jacó Neto PPR$ 43 mil · 996 votosR$ 43,1
- Marcio Cabeça PSDBR$ 48 mil · 1.356 votosR$ 35,5
Votos por real
- 2008, vereador: 7,8 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 302 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 123 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.