Dirceu Travesso
nasceu em 1959
Dirceu Travesso se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2010, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2010: 51 anos, superior incompleto, bancário e economiário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2010
- 2008
- 2006Deputado federal · São PauloPSTU 1616· esquerdasuplente10.721 votos; 232º mais votado de 952 no estado
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Dirceu Travesso teve 10.721 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 232º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 260 cidades. São Paulo deu 37,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Dirceu Travesso declarou R$ 593,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 35,8 mil acima da inflação.
Declarou 21% da mediana dos candidatos a senador em São Paulo em 2010.
- Dirceu TravessoR$ 593,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 2,9 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Dirceu Travesso declarou ao TSE R$ 325 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 147 mil.
Campanha a campanha
2010 · Senador · São Paulo · PSTU · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 10,6 mil24,1%
- Próprio bolsoR$ 8.59619,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.4073,2%
- EventosR$ 3450,8%
Quanto custou cada voto: senador, São Paulo, 2010
Mediana da disputa: R$ 0,56 por voto. Quem venceu, Aloysio Nunes, gastou R$ 2,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 3,48; o mais barato, R$ 0,11.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marta Suplicy PTR$ 28,9 milhões · 8.314.027 votosR$ 3,48
- Ciro AGIRR$ 574 mil · 275.664 votosR$ 2,08
- Aloysio Nunes PSDBR$ 22,5 milhões · 11.189.168 votosR$ 2,01
- Romeu Tuma PTBR$ 7,5 milhões · 3.970.169 votosR$ 1,88
- Netinho PC do BR$ 5,6 milhões · 7.773.327 votosR$ 0,72
- Ricardo Young PVR$ 2,8 milhões · 4.117.634 votosR$ 0,68
- Serpa PSBR$ 84 mil · 150.079 votosR$ 0,56
- Dr. Redó PPR$ 88 mil · 203.443 votosR$ 0,43
- Ana Luiza PSTUR$ 43 mil · 109.415 votosR$ 0,40
- Marcelo Henrique PSOLR$ 80 mil · 249.600 votosR$ 0,32
- Afonso Teixeira PCOR$ 1,8 mil · 14.584 votosR$ 0,13
- Moacyr Franco PSLR$ 47 mil · 411.661 votosR$ 0,11
Votos por real
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 183 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 172 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2002, governador: 1.307 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.