Dirceu Bertechini
nasceu em 1954
Dirceu Bertechini se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dirceu Bertechini declarou R$ 176 mil em bens, em reais de hoje: 7,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Dirceu BertechiniR$ 176 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dirceu Bertechini declarou ao TSE R$ 3,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Clementina (SP) · PV · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Clementina (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Roque, gastou R$ 6,66 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 6,66.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlão PVR$ 1,4 mil · 11 votosR$ 130
- Celso Molina MDBR$ 16 mil · 137 votosR$ 120
- Kiki PSBR$ 7,6 mil · 240 votosR$ 31,8
- João Do Cothê PSBR$ 3,4 mil · 112 votosR$ 30,1
- Evandro Boschini PVR$ 1,8 mil · 85 votosR$ 20,9
- Waltinho Da Padaria PSBR$ 3,3 mil · 182 votosR$ 18
- Pastor Nei PVR$ 2,1 mil · 117 votosR$ 17,9
- Valeria DEMR$ 3,6 mil · 237 votosR$ 15,2
- Zé Grandão DEMR$ 4,1 mil · 302 votosR$ 13,6
- Ze Cabrita PVR$ 2,4 mil · 211 votosR$ 11,2
- Professor Ronei Lima PVR$ 2,3 mil · 222 votosR$ 10,3
- Roque PTBR$ 1 mil · 153 votosR$ 6,66
Votos por real
- 2016, vereador: 83 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 92 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.