Diquinho
José Santana Netto · nasceu em 1964
Diquinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004–2016), CIDADANIA (2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 60 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Diquinho declarou R$ 132,6 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 77,2 mil acima da inflação.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- DiquinhoR$ 132,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Diquinho declarou ao TSE R$ 5,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 2,8 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lins (SP) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 1.62757,5%
- Outros candidatosR$ 1.20342,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lins (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 65,7 por voto. Quem venceu, Roy Nelson, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.619; o mais barato, R$ 14,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ali Araujo PLR$ 18 mil · 5 votosR$ 3.619
- Zique PLR$ 14 mil · 27 votosR$ 524
- Beth Polastri PSDR$ 13 mil · 35 votosR$ 376
- Michael Jackson PLR$ 14 mil · 74 votosR$ 191
- Karina Carla PSDR$ 13 mil · 119 votosR$ 112
- Maria Mariah PLR$ 15 mil · 220 votosR$ 68,7
- Dr Mauro PLR$ 16 mil · 247 votosR$ 65,7
- Cabral PPR$ 14 mil · 412 votosR$ 34,1
- Perin PPR$ 17 mil · 493 votosR$ 34
- Pastora Ana Paula PLR$ 14 mil · 432 votosR$ 32,8
- Damião PLR$ 16 mil · 538 votosR$ 29,7
- Roy Nelson PLR$ 14 mil · 975 votosR$ 14,5
Votos por real
- 2020, vereador: 164 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 280 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 572 votos por R$ 1.000, 8,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 322 votos por R$ 1.000, 5,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.