Apuração
Vereadora · 2016 · PSB

Diquinha

Maria Reinalda Pereira Diniz · nasceu em 1975

Diquinha se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PDT2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2012), PSB (2016).

VereadoraPartidoPDTPSB201220142016
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, ensino médio, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereadora · Paulistânia (SP)
    PSB 40123· centro-esquerda
    suplente
  2. 2012
    Vereadora · Paulistânia (SP)
    PDT 12222· centro-esquerda
    suplente49 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Diquinha declarou R$ 236,7 mil em bens, em reais de hoje: 7,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 236,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 108.000 na declaração)

Declarou 7,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.

  • DiquinhaR$ 236,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 236,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Um imóvel residencialR$ 153,4 mil
    Casa
  2. Um veiculo corsa ano 2010 placa enk 2719R$ 54,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Um veiculo gol 2010 placa bob 5896R$ 17,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 1% Da firma reis diniz reforma de imóveis LTDAR$ 11 mil
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Diquinha declarou ao TSE R$ 6,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereadora · Paulistânia (SP) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 146
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 146.
  1. PessoasR$ 9766,7%
  2. Outros candidatosR$ 4933,3%

Para onde foi

R$ 146
O maior gasto foi com serviços: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 146.
  1. ServiçosR$ 9766,7%
  2. Material impressoR$ 4933,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Paulistânia (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 13,5 por voto. Quem venceu, Zé Neves, gastou R$ 4,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 90,7; o mais barato, R$ 4,72.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Gilberto PVR$ 725 · 8 votosR$ 90,7
  • Edevaldo PVR$ 725 · 14 votosR$ 51,8
  • Tonhão PSDR$ 337 · 7 votosR$ 48,1
  • Bilinho PVR$ 952 · 41 votosR$ 23,2
  • Candeia PSDR$ 873 · 62 votosR$ 14,1
  • Waldir Pedro PTBR$ 823 · 61 votosR$ 13,5
  • Valdecir PLR$ 871 · 68 votosR$ 12,8
  • Alexsandro Leite PSDR$ 691 · 67 votosR$ 10,3
  • Maria Antonia DEMR$ 415 · 69 votosR$ 6,01
  • Nene Pedro DEMR$ 337 · 64 votosR$ 5,26
  • Zé Neves DEMR$ 495 · 105 votosR$ 4,72

Votos por real

  • 2016, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 8,2 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.