Dionisio Vereador
Dionisio Carlos Fernandes · nasceu em 1970
Dionisio Vereador se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, até o fundamental, produtor agropecuário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dionisio Vereador declarou R$ 226,2 mil em bens, em reais de hoje: 6,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 64,4 mil acima da inflação.
Declarou 6,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Dionisio VereadorR$ 226,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa localizada no distrito de santana do paraopebaR$ 87,7 milCasa rural
- Caminhao com carroceria aberta ano 1981R$ 54,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Area plantada de 1500 pes de mexerica tangerina ponkan com…R$ 43,8 milTerreno
- Dinheiro em caixa moeda correnteR$ 21,6 milDinheiro em espécie
- Veiculo fiat/uno mille fire elx ano 1993R$ 8.765Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasil conta ouro conta: 187690/ agencia: 1793-0R$ 7.610Caderneta de poupança
- Banco do brasil c/c: 18769-0/ ag. 1793-0R$ 1.928Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dionisio Vereador declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,3 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Belo Vale (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 28263,7%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2012 Matuzalem De Castro Braga Junior PrefeitoR$ 16036,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Belo Vale (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 43,8 por voto. Quem venceu, Alexandre Carijós, gastou R$ 23 por voto. O voto mais caro custou R$ 599; o mais barato, R$ 23.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Romeu MDBR$ 10 mil · 17 votosR$ 599
- Tuquinha Da Chacrinha PPR$ 16 mil · 95 votosR$ 169
- Chicão Da Boa Morte PPR$ 11 mil · 80 votosR$ 142
- Maurício Da Rosa DEMR$ 15 mil · 274 votosR$ 54,1
- Gentil MDBR$ 17 mil · 330 votosR$ 53
- Geraldo Salvador PPR$ 14 mil · 290 votosR$ 47,7
- Warley Do Vaninho PTBR$ 13 mil · 291 votosR$ 43,8
- Aloizio Do Luiz Da Sinhá MDBR$ 15 mil · 383 votosR$ 38
- Rosa Da Noiva Do Cordeiro PDTR$ 11 mil · 356 votosR$ 30,7
- Zé Vicente MDBR$ 7,6 mil · 256 votosR$ 29,8
- Naquim MDBR$ 7,3 mil · 310 votosR$ 23,6
- Alexandre Carijós PPR$ 8,9 mil · 386 votosR$ 23
Votos por real
- 2012, vereador: 310 votos por R$ 1.000, 15 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.