Apuração
Deputado estadual · 2018 · SOLIDARIEDADE

Dionardo Mendes

Dionardo Mendes da Conceição · nasceu em 1978

Dionardo Mendes se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,26← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PV2012PSD2016SOLIDARIEDADE2018SOLIDARIEDADE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.

Passou por 3 partidos: PV (2008), PSD (2012), SOLIDARIEDADE (2016–2018).

Dep. estadualVereadorPartidoPVPSDSOLIDARIEDADE200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 40 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: preta em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Mato Grosso
    SOLIDARIEDADE 77200· centro-direita
    suplente1.767 votos; 141º mais votado de 329 no estado
  2. 2016
    SOLIDARIEDADE 77000· centro-direita
    eleito469 votos
  3. 2012
    PSD 55001· direita
    eleito520 votos
  4. 2008
    PV 43000· centro-esquerda· na urna, Dionardo
    eleito360 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Dionardo Mendes teve 1.767 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 141º lugar entre 329 candidatos.

Recebeu votos em 35 cidades. Campo Novo do Parecis deu 86,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,6%.

1.767 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.767 votos.
  1. Campo Novo do Parecis (MT)1.519 votos86%
  2. Comodoro (MT)59 votos3,3%
  3. Sapezal (MT)52 votos2,9%
  4. Cuiabá (MT)24 votos1,4%
  5. Tangará da Serra (MT)22 votos1,2%
  6. Outras 20 cidades25 votos1,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Dionardo Mendes declarou R$ 479,4 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 310,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 479,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 315.000 na declaração)

Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Mato Grosso em 2018.

  • Dionardo MendesR$ 479,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 188,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,8 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 479,4 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Casa residencial medindo 84 mts² com terreno de 200 mts²R$ 213,1 mil
    Casa
  2. Um terreno comercialR$ 76,1 mil
    Terreno
  3. Um caminhão ano de fabricação 1987/1987R$ 60,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Um veículo montana/chevrolet 2013/2014R$ 53,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Um ônibus ano de fabricação 1991/1991R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Um ônibus ano de fabricação 1989/1989R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dionardo Mendes declarou ao TSE R$ 231 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 168 mil, 22% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Mato Grosso · SOLIDARIEDADE · suplente

De onde veio

R$ 168 mil
22% veio de fundos públicos; 13 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 168 mil.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 104,2 mil62%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Leonardo Ribeiro Albuquerque Deputado FederalR$ 37,7 mil22,4%
  3. Próprio bolsoR$ 17,6 mil10,5%
  4. PartidoTudo de Diretorio Estadual Do SolidariedadeR$ 8.4825%

Para onde foi

R$ 123,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 123,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal49 pessoas, não nomeadasR$ 71,6 mil58,1%
  2. EscritórioR$ 4.5193,7%
  3. ServiçosR$ 1.0560,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3770,3%
  5. RepassesR$ 8< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso, 2018

Mediana da disputa: R$ 45,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Maluf, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 131; o mais barato, R$ 19.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.