Diomar Auzani
nasceu em 1956
Diomar Auzani se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: DEM (2004), PSDB (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, até o fundamental, comerciário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Diomar Auzani declarou R$ 631,5 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 467,1 mil acima da inflação.
Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Diomar AuzaniR$ 631,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- SicrediR$ 236,1 milQuotas ou quinhões de capital
- Sicredi pos fixado em cdiR$ 117,3 milCaderneta de poupança
- Uma casa mistaR$ 113,7 milCasa
- Um caminhão mercedes benz 912R$ 65 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno urbano medindo 390M2R$ 48,7 milTerreno
- Uma camioneta ford F2000R$ 27,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um veiculo fiat uno mille fireR$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sicredi c/cR$ 6.755Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Diomar Auzani declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Independência (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.42529,1%
- Material impressoTudo de Grafica Vilani Ltda - EppR$ 4499,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Independência (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Paulo Sartori, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 305; o mais barato, R$ 15,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pimpim PSBR$ 7 mil · 23 votosR$ 305
- Oliveira PSBR$ 8,5 mil · 33 votosR$ 258
- Vanderlei Stechmann Da Silva PTBR$ 13 mil · 69 votosR$ 187
- Maria L De Oliveira Siqueira PTBR$ 11 mil · 137 votosR$ 76,7
- Carlos Rogerio Spengler PTBR$ 7,6 mil · 137 votosR$ 55,5
- Adilar Meller PPR$ 12 mil · 258 votosR$ 45,7
- Brasil De Freitas Neto MDBR$ 7,9 mil · 217 votosR$ 36,6
- Gervasio PTBR$ 8,9 mil · 247 votosR$ 35,9
- Antonio Avelino Ferreira-Pinto PTBR$ 11 mil · 336 votosR$ 33,8
- Joailson Roberto Redel PTBR$ 16 mil · 474 votosR$ 33,5
- Francisco Calegari (Chicao) PTBR$ 9,1 mil · 300 votosR$ 30,4
- Paulo Sartori MDBR$ 8,1 mil · 540 votosR$ 15,1
Votos por real
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.