Diogo da Luz
Diogo Ribeiro da Luz · nasceu em 1957
Diogo da Luz se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo NOVO.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, superior incompleto, piloto de aviação comercial, navegador, mecânico de vôo e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Diogo da Luz declarou R$ 47,4 mi em bens, em reais de hoje: 2.752 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 23,5 mi acima da inflação.
Declarou 2.752 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Diogo da LuzR$ 47,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 2 mi.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Deposito em moeda estrangeiraR$ 42,5 miConta corrente no exterior
- Empresa individual diogoluz EIRELI MER$ 2,7 miQuotas ou quinhões de capital
- Cotas de bom retiro mineradoraR$ 1,1 miQuotas ou quinhões de capital
- 1/5 De um apartamento na cidade de são pauloR$ 502,8 milApartamento
- Saldo em conta no banco itaúR$ 454,2 milConta corrente no país
- Depósito em moeda estrangeiraR$ 172,4 milConta corrente no exterior
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Diogo da Luz declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 524 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Paulo (SP) · NOVO · suplente
De onde veio
- Pessoas23 pessoas, não nomeadasR$ 227,9 mil91,4%
- Próprio bolsoR$ 10,7 mil4,3%
- PartidoR$ 8.5523,4%
- VaquinhaR$ 2.1380,9%
Para onde foi
- Serviços19 pessoas, não nomeadasR$ 123,8 mil50%
- EscritórioR$ 7760,3%
Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 35,5 por voto. Quem venceu, Roberto Tripoli, gastou R$ 19 por voto. O voto mais caro custou R$ 437; o mais barato, R$ 19.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Abou Anni Filho PSLR$ 3,3 milhões · 7.537 votosR$ 437
- Henrique Krigner PPR$ 1,3 milhão · 16.670 votosR$ 77,9
- Police Neto PSDR$ 1,4 milhão · 21.608 votosR$ 65,7
- Edir Sales PSDR$ 1,2 milhão · 23.106 votosR$ 52,3
- Rodrigo Goulart PSDR$ 1,6 milhão · 31.472 votosR$ 52
- Janaína Lima NOVOR$ 1,3 milhão · 30.931 votosR$ 43,2
- Dra Sandra Tadeu DEMR$ 1 milhão · 28.464 votosR$ 35,5
- Eduardo Tuma PSDBR$ 1,3 milhão · 40.270 votosR$ 32,8
- Donato PTR$ 997 mil · 31.920 votosR$ 31,2
- Tripoli PSDBR$ 904 mil · 30.495 votosR$ 29,7
- Milton Leite DEMR$ 3,5 milhões · 132.716 votosR$ 26,7
- Roberto Tripoli PVR$ 877 mil · 46.219 votosR$ 19
Votos por real
- 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2018, senador: 7.208 votos por R$ 1.000, 8,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.