Diogo Busse
Diogo Nascimento Busse · nasceu em 1983
Diogo Busse se candidatou em 6 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2012–2018), PDT (2020), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23000· centrosuplente8.231 votos; 137º mais votado de 704 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · ParanáCIDADANIA 23000· centrosuplente13.810 votos; 110º mais votado de 738 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Diogo Busse teve 8.231 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 137º lugar entre 704 candidatos.
Recebeu votos em 209 cidades. Curitiba deu 72,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Diogo Busse declarou R$ 108,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 49,4 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Diogo BusseR$ 108,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Diogo Busse declarou ao TSE R$ 629 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 164 mil, 32% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Curitiba (PR) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 64,1 mil73,6%
- Fundo eleitoralR$ 10,9 mil12,6%
- Próprio bolsoR$ 5.4686,3%
- PartidoR$ 4.9715,7%
- Outros candidatosR$ 1.6061,8%
Para onde foi
- OutrosR$ 35,9 mil44%
- PessoalR$ 29,4 mil36%
- Material impressoR$ 9.29911,4%
- EventosR$ 4.5875,6%
- TransporteR$ 2.4883%
- EscritórioR$ 27< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 69,5 por voto. Quem venceu, Marcelo Fachinello, gastou R$ 32,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 155; o mais barato, R$ 32,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Thadeu Vermelho PPR$ 448 mil · 2.899 votosR$ 155
- Aline Betenheuser PPR$ 359 mil · 3.119 votosR$ 115
- Gerolane PTR$ 413 mil · 3.949 votosR$ 104
- Rafaela Lupion PSDR$ 710 mil · 7.259 votosR$ 97,8
- Carlise Kwiatkowski PLR$ 560 mil · 6.384 votosR$ 87,7
- Andressa Bianchessi UNIÃOR$ 736 mil · 10.443 votosR$ 70,5
- Amália Tortato NOVOR$ 431 mil · 6.206 votosR$ 69,5
- Indiara Barbosa NOVOR$ 455 mil · 9.106 votosR$ 50
- Pier PPR$ 409 mil · 8.218 votosR$ 49,8
- Angelo Vanhoni PTR$ 431 mil · 9.176 votosR$ 47
- Alexandre Leprevost UNIÃOR$ 374 mil · 8.655 votosR$ 43,2
- Marcelo Fachinello PODER$ 349 mil · 10.812 votosR$ 32,2
Votos por real
- 2024, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 52 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.