Diógenes Campos
Diogenes Lucas de Campos · nasceu em 1988
Diógenes Campos se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PPL (2018), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 32 anos, ensino médio, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPPL 5434· direitanão eleito1.897 votos; 615º mais votado de 1.483 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Diógenes Campos teve 1.897 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 615º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 28 cidades. Mogi Mirim deu 80,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Diógenes Campos declarou R$ 14,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2018 e 2020, o total caiu R$ 20,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Diógenes CamposR$ 14,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Diógenes Campos declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 34 mil, 2,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mogi Mirim (SP) · PSC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi Mirim (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,4 por voto. Quem venceu, Dra Lúcia Tenório, gastou R$ 20,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 138; o mais barato, R$ 20,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Miriam Rossanez PSDBR$ 26 mil · 188 votosR$ 138
- Jarbinhas Mandato Coletivo PATRIOTAR$ 14 mil · 130 votosR$ 108
- Jossimara Do Dr José Cláudio PSDBR$ 20 mil · 197 votosR$ 102
- Cabo Wagner REPUBLICANOSR$ 28 mil · 322 votosR$ 87,9
- Cristiano Gaioto DEMR$ 25 mil · 596 votosR$ 41,5
- Magalhães Da Potencial PSDBR$ 20 mil · 497 votosR$ 39,9
- Luzia Cristina PDTR$ 14 mil · 376 votosR$ 37,4
- Moacir Goleiro MDBR$ 18 mil · 634 votosR$ 28,4
- Tiago Costa MDBR$ 30 mil · 1.083 votosR$ 27,4
- Sargento Coran DEMR$ 18 mil · 651 votosR$ 27,1
- Ernani PTR$ 10 mil · 416 votosR$ 25,1
- Dra Lúcia Tenório CIDADANIAR$ 11 mil · 515 votosR$ 20,4
Votos por real
- 2020, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 68 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.