Apuração
Vereador · 2016 · PL

Diogão

Diogo Duarte Vitoria · nasceu em 1981

Diogão se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSD2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 2 partidos: PSD (2012), PL (2016).

VereadorPartidoPSDPL201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Campanário (MG)
    PL 22555· direita
    suplente86 votos
  2. 2012
    Vereador · Campanário (MG)
    PSD 55555· direita
    eleito82 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Diogão declarou R$ 118,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 118,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 73.000 na declaração)

Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • DiogãoR$ 118,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 118,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Citroen C4 palas ano: 2010/2010 placa: MTR-8451R$ 37,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. 50% Das cotas da empresa duarte e costa e comercio de…R$ 32,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  3. Fiat uno mille way ano: 2012/2012 placa: HEH-8233R$ 29,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Fiat uno mille fire ano: 2004/2005 placa: HBU-7547R$ 19,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Diogão declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Campanário (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 2.915
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.915.
  1. PessoasR$ 2.83497,2%
  2. Outros candidatosR$ 812,8%

Para onde foi

R$ 2.915
O maior gasto foi com serviços: 69% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.915.
  1. ServiçosR$ 2.02469,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 43715%
  3. EscritórioR$ 37212,8%
  4. Material impressoR$ 812,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Campanário (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 48,4 por voto. Quem venceu, Lucimar, gastou R$ 27,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 337; o mais barato, R$ 27,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.