Dino Lopes
Dino Aldir Nascimento Lopes · nasceu em 1941
Dino Lopes se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPC do B 65123· esquerdasuplente1.491 votos; 325º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Dino Lopes teve 1.491 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 325º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. São Borja deu 87,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dino Lopes declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,6 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · São Borja (RS) · PC do B · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.16768,2%
- Próprio bolsoR$ 2.41031,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.38684,3%
- EscritórioR$ 1.19115,7%
Quanto custou cada voto: vereador, São Borja (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 37,9 por voto. Quem venceu, Celso A. Lopes, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,3; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antoninho PTBR$ 35 mil · 375 votosR$ 94,3
- Nadine PSDBR$ 56 mil · 595 votosR$ 93,5
- Zé Dubal PTBR$ 18 mil · 347 votosR$ 51,1
- José Francisco Rangel PPR$ 48 mil · 970 votosR$ 49,4
- Sandra Ribeiro PTR$ 39 mil · 885 votosR$ 44,3
- Valério Martins Cassafuz PDTR$ 78 mil · 1.904 votosR$ 41,1
- Roque Feltrin PDTR$ 50 mil · 1.320 votosR$ 37,9
- Claudia Maurer MDBR$ 19 mil · 565 votosR$ 32,8
- Carmelito PTR$ 20 mil · 636 votosR$ 30,8
- Lucas Batista PPR$ 17 mil · 1.032 votosR$ 16,7
- João Carlos Reolon PPR$ 19 mil · 1.201 votosR$ 15,7
- Celso A. Lopes PDTR$ 18 mil · 1.302 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 663 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 971 votos por R$ 1.000, 7,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.