Apuração
Vereador · 2012 · PC do B

Dino Lopes

Dino Aldir Nascimento Lopes · nasceu em 1941

Dino Lopes se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2004PC do B2008PC do B2012PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. estadualVereadorPartidoPC do B200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · São Borja (RS)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente
  2. 2008
    Vereador · São Borja (RS)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente
  3. 2004
    Vereador · São Borja (RS)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente663 votos
  4. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PC do B 65123· esquerda
    suplente1.491 votos; 325º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Dino Lopes teve 1.491 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 325º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. São Borja deu 87,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.

1.491 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.491 votos.
  1. São Borja (RS)1.303 votos87,4%
  2. Porto Alegre (RS)55 votos3,7%
  3. Santo Antônio das Missões (RS)18 votos1,2%
  4. Santa Maria (RS)17 votos1,1%
  5. Maçambará (RS)9 votos0,6%
  6. Outras 22 cidades36 votos2,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dino Lopes declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7,6 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · São Borja (RS) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 7.577
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.577.
  1. PessoasR$ 5.16768,2%
  2. Próprio bolsoR$ 2.41031,8%

Para onde foi

R$ 7.577
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.577.
  1. Material impressoR$ 6.38684,3%
  2. EscritórioR$ 1.19115,7%

Quanto custou cada voto: vereador, São Borja (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 37,9 por voto. Quem venceu, Celso A. Lopes, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 94,3; o mais barato, R$ 13,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 663 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 971 votos por R$ 1.000, 7,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.