Dino da Clagil
Edinelson Pedro Camargo · nasceu em 1990
Dino da Clagil se candidatou em 2 eleições, de 2020 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSL (2020), PSB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 34 anos, ensino médio, vendedor de comércio varejista e atacadista, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Dino da Clagil declarou R$ 44,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Dino da ClagilR$ 44,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dino da Clagil declarou ao TSE R$ 1,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 903.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · General Carneiro (PR) · PSB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 77285,5%
- Próprio bolsoR$ 13114,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, General Carneiro (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 35,1 por voto. Quem venceu, Luiz Gaiovis, gastou R$ 7,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,1; o mais barato, R$ 7,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celestinho REPUBLICANOSR$ 4,9 mil · 71 votosR$ 69,1
- Pelé REPUBLICANOSR$ 11 mil · 248 votosR$ 45,3
- Professor Celio PTR$ 3 mil · 76 votosR$ 39,6
- Osni REPUBLICANOSR$ 3,7 mil · 94 votosR$ 39,2
- Emilia Ribeiro PPR$ 2,7 mil · 70 votosR$ 39,1
- Dequinho PPR$ 13 mil · 345 votosR$ 37,3
- Alcemir Eletricista PTR$ 6,3 mil · 179 votosR$ 35,1
- Joarilso REPUBLICANOSR$ 8,3 mil · 305 votosR$ 27,1
- Natalicio Martins PSBR$ 3,2 mil · 229 votosR$ 13,9
- Ana Claudia Ribeiro PPR$ 3,9 mil · 336 votosR$ 11,5
- Glauce Lopes PPR$ 2,2 mil · 255 votosR$ 8,58
- Luiz Gaiovis PODER$ 3,3 mil · 411 votosR$ 7,98
Votos por real
- 2024, vereador: 103 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.