Dino Cherubini
Claudino Cherubini Filho · nasceu em 1960
Dino Cherubini se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PP (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 48 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Dino Cherubini declarou R$ 354,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Dino CherubiniR$ 354,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Construção em andamento no lote de n. lo quadra 11…R$ 323,2 milImóveis
- 1 (Um) automóvel gm/ kadet sl ano 1991 placas BGC0056R$ 20,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Saldo em conta corrente besc tangaraR$ 4.557Dinheiro e aplicações
- 1(UM) lote de n. lo quadra 11 balneario perola - itapoá/scR$ 4.045Imóveis
- Saldo em conta corrente banco do brasil tangaraR$ 2.556Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dino Cherubini declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,1 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Tangará (SC) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.92861,5%
- EmpresasR$ 93729,9%
- PessoasR$ 2688,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.27073,4%
- Material impressoR$ 64821%
- ServiçosR$ 1344,3%
- EscritórioR$ 401,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Tangará (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 59,8 por voto. Quem venceu, Pedro Thomé, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 220; o mais barato, R$ 28,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcelo Andres MDBR$ 9,9 mil · 45 votosR$ 220
- José Alberti MDBR$ 14 mil · 69 votosR$ 204
- João Carlos Denardi Góda MDBR$ 20 mil · 130 votosR$ 157
- Leco MDBR$ 12 mil · 91 votosR$ 132
- Orlando Pinheiro MDBR$ 13 mil · 129 votosR$ 100
- João Rampon MDBR$ 16 mil · 161 votosR$ 98,6
- Girlene MDBR$ 16 mil · 269 votosR$ 59,8
- Sidnei Backes MDBR$ 20 mil · 344 votosR$ 58,9
- Pedro Magnagnagno MDBR$ 19 mil · 434 votosR$ 43,2
- Valmor PTR$ 14 mil · 333 votosR$ 43,1
- Pivetta MDBR$ 20 mil · 606 votosR$ 33,5
- Pedro Thomé PSDBR$ 9 mil · 321 votosR$ 28,1
Votos por real
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.