Apuração
Vereador · 2016 · PP

Dino

Laudino Piazza · nasceu em 1947

Dino disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Nova Itaberaba (SC)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,65← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PP 11697· direita
    suplente40 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dino declarou R$ 718,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 718,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 442.000 na declaração)

Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • DinoR$ 718,1 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 718,1 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Benfeitorias ruraisR$ 324,9 mil
    Benfeitorias
  2. Área de terra ruralR$ 162,5 mil
    Terreno rural
  3. Área de terra rural na localidade de linha amizadeR$ 113,7 mil
    Terra nua
  4. Casa residencialR$ 113,7 mil
    Casa
  5. Disponibilidade em espécieR$ 3.249
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Dino declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Nova Itaberaba (SC) · PP · suplente

De onde veio

R$ 2.189
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.189.
  1. Próprio bolsoR$ 1.54170,4%
  2. PessoasR$ 64829,6%

Para onde foi

R$ 2.181
O maior gasto foi com transporte: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.181.
  1. TransporteR$ 1.18554,3%
  2. ServiçosR$ 64829,7%
  3. Material impressoR$ 34816%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Itaberaba (SC), 2016

Mediana da disputa: R$ 32 por voto. Quem venceu, Zanchett, gastou R$ 21,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 481; o mais barato, R$ 21,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Angelina DEMR$ 7,2 mil · 15 votosR$ 481
  • Marinelde MDBR$ 7 mil · 18 votosR$ 390
  • Fioreze PSDR$ 7 mil · 96 votosR$ 72,8
  • Marcio MDBR$ 7,5 mil · 154 votosR$ 48,6
  • Douglas MDBR$ 7,1 mil · 157 votosR$ 45,4
  • Rogerio PSDR$ 6,9 mil · 204 votosR$ 33,7
  • Kau MDBR$ 6,6 mil · 207 votosR$ 32
  • Lucia F. Chiella Ferla PSDR$ 7,2 mil · 228 votosR$ 31,7
  • Alberi MDBR$ 8 mil · 256 votosR$ 31,3
  • Paulinnho PTR$ 7,5 mil · 252 votosR$ 29,6
  • Djolo MDBR$ 8,5 mil · 327 votosR$ 26,1
  • Zanchett PTR$ 6,9 mil · 326 votosR$ 21,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.