Apuração
Deputado federal · 2014 · PRTB

Dinho Leite

Edielson Barbosa Lima · nasceu em 1968

Dinho Leite se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008AVANTE2012AVANTE2014PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: AVANTE (2008–2012), PRTB (2014).

Dep. federalPrefeitoPartidoAVANTEPRTB2008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2014: 46 anos, superior completo, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Alagoas
    PRTB 2882· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Prefeito · Craíbas (AL)
    AVANTE 70· centro-direita
    não eleito6.334 votos, 49,1%
  3. 2008
    Prefeito · Craíbas (AL)
    AVANTE 70· centro-direita
    não eleito4.092 votos, 34,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Dinho Leite declarou R$ 131,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 16,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 131,5 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 40% da mediana dos candidatos a prefeito em Alagoas em 2012.

  • Dinho LeiteR$ 131,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 328,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 527,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 131,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dinho Leite declarou ao TSE R$ 377 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 203 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Alagoas · PRTB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 2.688
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.688
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Alagoas, 2014

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Cicero Almeida, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 7,55.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.