Apuração
Vereador · 2016 · DEM

Dinho do Grêmio

Edi Wilson José dos Santos · nasceu em 1966

Dinho do Grêmio se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,64← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012DEM2014REPUBLICANOS2016DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2012), REPUBLICANOS (2014), DEM (2016).

Dep. estadualVereadorPartidoDEMREPUBLICANOSDEM201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    DEM 25005· direita
    suplente
  2. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    REPUBLICANOS 10555· direita
    suplente6.414 votos; 200º mais votado de 670 no estado
  3. 2012
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    DEM 25005· direita· na urna, Dinho
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Dinho do Grêmio teve 6.414 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 200º lugar entre 670 candidatos.

Recebeu votos em 268 cidades. Porto Alegre deu 39,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 68,7%.

6.414 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.414 votos.
  1. Porto Alegre (RS)2.501 votos39%
  2. Cachoeirinha (RS)292 votos4,6%
  3. Canoas (RS)271 votos4,2%
  4. Viamão (RS)221 votos3,4%
  5. Gravataí (RS)154 votos2,4%
  6. Outras 253 cidades2.009 votos31,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Dinho do Grêmio declarou R$ 770,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 153,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 770,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 474.348 na declaração)

Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.

  • Dinho do GrêmioR$ 770,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 770,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Dinho do Grêmio declarou ao TSE R$ 173 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 104 mil, 13% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Porto Alegre (RS) · DEM · suplente

De onde veio

R$ 15 mil
10% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. PessoasR$ 8.64757,6%
  2. Próprio bolsoR$ 4.85832,4%
  3. Fundo partidárioR$ 1.49910%

Para onde foi

R$ 15 mil
O maior gasto foi com material impresso: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15 mil.
  1. Material impressoR$ 8.97859,8%
  2. EventosR$ 4.84132,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 6174,1%
  4. ServiçosR$ 5673,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2016

Mediana da disputa: R$ 42,3 por voto. Quem venceu, Mauro Zacher, gastou R$ 16,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 145; o mais barato, R$ 16,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 152 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 62 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.