Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Dinho Caminhoneiro

Williandro Wagner Gonçalves de Castro · nasceu em 1975

Dinho Caminhoneiro se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PODE2016PP2020CIDADANIA2024UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 4 partidos: PODE (2012), PP (2016), CIDADANIA (2020), UNIÃO (2024).

VereadorPartidoPODEPPCIDADANIAUNIÃO2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 49 anos, superior completo, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    UNIÃO 44567· direita
    não eleito
  2. 2020
    CIDADANIA 23999· centro-direita
    suplente
  3. 2016
    PP 11111· direita
    eleito1.126 votos
  4. 2012
    PODE 19111· centro-direita
    suplente652 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Dinho Caminhoneiro declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje: 5,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 110,8 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 114,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 5,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Dinho CaminhoneiroR$ 114,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 114,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Dinho Caminhoneiro declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,5 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Três Corações (MG) · UNIÃO · não eleito

De onde veio

R$ 211
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Três Corações (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 23,4 por voto. Quem venceu, Dú Cara Gorda, gastou R$ 7,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 581; o mais barato, R$ 7,24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 65 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 149 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 68 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.