Apuração
Vereador · 2020 · PV

Diney Ferreirão

Valdiney Ferreira de Souza · nasceu em 1980

Diney Ferreirão se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPV+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PRTB2016PROS2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 3 partidos: PRTB (2012), PROS (2016), PV (2020).

VereadorPartidoPRTBPROSPV20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Pitangui (MG)
    PV 43100· centro
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    Vereador · Pitangui (MG)
    PROS 90100· direita
    eleito451 votos
  3. 2012
    Vereador · Pitangui (MG)
    PRTB 28100· direita· na urna, Valdiney
    suplente324 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Diney Ferreirão declarou R$ 24,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 11 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 24,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 14.890 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Diney FerreirãoR$ 24,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 24,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Uma moto ybrR$ 21,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  2. Conta na caixa economica federalR$ 2.112
    Conta corrente no país
  3. Conta no banco do brasilR$ 130
    Conta corrente no país
  4. Conta bancaria credpitR$ 16
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Diney Ferreirão declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 905, 7,5% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Pitangui (MG) · PV · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 181
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Pitangui (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 15,3 por voto. Quem venceu, Lopinho, gastou R$ 5,82 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,7; o mais barato, R$ 5,82.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 324 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.