Dinair
Dinair Gonçalves de Jesus · nasceu em 1964
Dinair se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo REPUBLICANOS.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputada estadual · Mato GrossoREPUBLICANOS 10665· centro-direita· na urna, Dinair do Clube de Mãesnão eleita491 votos; 155º mais votada de 226 no estado
- 2008Vereadora · Cuiabá (MT)REPUBLICANOS 10665· centro-direita· na urna, Dinair do Clube das Mãessuplente
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dinair teve 491 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 155º lugar entre 226 candidatos.
Recebeu votos em 19 cidades. Cuiabá deu 59,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dinair declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 40,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2012.
- DinairR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 78,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 186,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dinair declarou ao TSE R$ 74 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 33 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Cuiabá (MT) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 22,4 mil79,8%
- TransporteR$ 4.32115,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.1394,1%
- ServiçosR$ 2060,7%
- EscritórioR$ 11< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Cuiabá (MT), 2012
Mediana da disputa: R$ 194 por voto. Quem venceu, Adevair Cabral, gastou R$ 132 por voto. O voto mais caro custou R$ 444; o mais barato, R$ 132.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabio Felipe MOBILIZAR$ 845 mil · 1.905 votosR$ 444
- Aldo Luiz Daltro PSDR$ 851 mil · 2.120 votosR$ 402
- Vitor Parente MDBR$ 426 mil · 1.313 votosR$ 325
- Fabiano Prates MDBR$ 580 mil · 1.972 votosR$ 294
- Haroldo Kuzai Da Açofer MDBR$ 1,1 milhão · 4.010 votosR$ 284
- Flavia Mesquita PPR$ 511 mil · 2.342 votosR$ 218
- Dr. Maurelio Ribeiro PSDBR$ 629 mil · 3.245 votosR$ 194
- Paulo Borges Jr PSDBR$ 515 mil · 2.967 votosR$ 174
- Dilemário Alencar PTBR$ 482 mil · 3.084 votosR$ 156
- Lueci Ramos PSDBR$ 491 mil · 3.195 votosR$ 154
- João Emanuel PSDR$ 844 mil · 5.824 votosR$ 145
- Adevair Cabral PDTR$ 575 mil · 4.354 votosR$ 132
Votos por real
- 2012, vereadora: 4,5 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2010, deputada estadual: 15 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 21 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.