Apuração
Deputado federal · 2026 · PT

Dimas Gadelha

Dimas de Paiva Gadelha Junior · nasceu em 1975

Dimas Gadelha se candidatou em 5 eleições, de 2018 a 2026, e foi eleito em 1.

01

Esquerda pelo que diz; esquerda pelo voto; centro-esquerda pelo partido

As medidas vão de −0,46 a −0,30 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 98% das votações, e com a maioria do próprio partido em 99%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo que diz5 reportagens−0,44Pelo votoCâmara 2023–2027−0,46Pelo partidoPT−0,30← esquerdacentrodireita →

Tema por tema, pelo que diz

Foto oficial de Dimas Gadelha

Pelo que diz

−0,44

esquerda

Dimas Gadelha

Deputado federal · PT

De −0,68 a −0,21 (90%), por 5 reportagens de 5 veículos, 2023–2026.

partidovotoCentro do pentágono: esquerda; borda: direita.
EconomiaSegurançaCostumesMeio ambienteInstituições
  • Cost.––
  • Amb.––

Toque num tema para ver as reportagens.

Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2018DEM2020PT2022PT2024PT2026PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Perfis e páginas oficiais

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Reportagens: estimativa preliminar, só votos, projetos, medidas e declarações da própria pessoa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2022.

Passou por 2 partidos: DEM (2018), PT (2020–2026).

Dep. federalPrefeitoPartidoDEMPT20182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 51 anos, superior completo, deputado, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2018, branca em 2020, parda em 2022. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PT 1301· esquerda
    suplente45.520 votos; 65º mais votado de 765 no estado
  2. 2024
    Prefeito · São Gonçalo (RJ)
    PT 13· esquerda
    não eleito0 votos, 0,0%
  3. 2022
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PT 1301· esquerda
    eleito41.238 votos; 50º mais votado de 1.024 no estado
  4. 2020
    Prefeito · São Gonçalo (RJ)
    PT 13· esquerda
    não eleito117.346 votos, 31,4%; 2º turno, 49,2%
  5. 2018
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    DEM 2535· direita· na urna, Dr. Dimas Gadelha
    suplente16.068 votos; 108º mais votado de 1.046 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Dimas Gadelha teve 45.520 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 65º lugar entre 765 candidatos.

Recebeu votos em 91 cidades. São Gonçalo deu 51,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.

45.520 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 45.520 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)23.324 votos51,2%
  2. Rio de Janeiro (RJ)3.829 votos8,4%
  3. Campos dos Goytacazes (RJ)3.287 votos7,2%
  4. Itaboraí (RJ)2.101 votos4,6%
  5. Niterói (RJ)1.600 votos3,5%
  6. Outras 76 cidades5.475 votos12%
As outras 2 eleições para deputado
41.238 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 41.238 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)30.719 votos74,5%
  2. Rio de Janeiro (RJ)2.834 votos6,9%
  3. Maricá (RJ)2.003 votos4,9%
  4. Niterói (RJ)1.837 votos4,5%
  5. Itaboraí (RJ)1.216 votos2,9%
  6. Outras 66 cidades1.052 votos2,6%
16.068 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 16.068 votos.
  1. São Gonçalo (RJ)12.154 votos75,6%
  2. Itaboraí (RJ)1.026 votos6,4%
  3. Niterói (RJ)664 votos4,1%
  4. Rio de Janeiro (RJ)516 votos3,2%
  5. Araruama (RJ)342 votos2,1%
  6. Outras 46 cidades391 votos2,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Dimas Gadelha declarou R$ 2,7 mi em bens, em reais de hoje: 88 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio de Janeiro. Entre 2018 e 2026, o total subiu R$ 196,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,7 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.710.000 na declaração)

Declarou 88 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro em 2026.

  • Dimas GadelhaR$ 2,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 31,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2026, do maior ao menor
  1. Permuta de casaR$ 1,5 mi
    Casa
  2. ApartamentoR$ 604,9 mil
    Apartamento
  3. ApartamentoR$ 302,5 mil
    Apartamento
  4. DinheiroR$ 151,2 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Sociedade empresarialR$ 100,8 mil
    Outras participações societárias
  6. Capital socialR$ 50,4 mil
    Outras participações societárias
  7. Capital solcialR$ 10,1 mil
    Outras participações societárias

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Dimas Gadelha declarou ao TSE R$ 12,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 4,9 milhões, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · Rio de Janeiro · PT · suplente

De onde veio

R$ 1,8 mi
98% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,8 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Brasil - Br - NacionalR$ 1,8 mi98,4%
  2. PessoasR$ 20 mil1,1%
  3. Próprio bolsoR$ 10 mil0,5%

Para onde foi

R$ 1,1 mi
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal165 pessoas, não nomeadasR$ 310 mil27%
  2. Transporte6 pessoas, não nomeadasR$ 68,1 mil5,9%
  3. ServiçosR$ 55 mil4,8%
  4. EscritórioR$ 51,2 mil4,5%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio de Janeiro, 2026

Mediana da disputa: R$ 47,2 por voto. Quem venceu, Dr. Luizinho, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 829; o mais barato, R$ 14,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2022, deputado federal: 28 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2020, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 48 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.