Dimas Fontana
Jose Dimas Fontana da Silva · nasceu em 1945
Dimas Fontana se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 71 anos, até o fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Dimas Fontana declarou R$ 487,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 65,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Dimas FontanaR$ 487,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dimas Fontana declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,7 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Maçambará (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.75375,3%
- PessoasR$ 49113,4%
- PartidoR$ 41311,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 1.43939,5%
- Material impressoR$ 1.17132,1%
- ServiçosR$ 64817,8%
- PessoalR$ 2677,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 812,2%
- EscritórioR$ 421,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Maçambará (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,2 por voto. Quem venceu, Nelson Santos, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 275; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lilica PDTR$ 4,9 mil · 18 votosR$ 275
- Jorge Mayer PDTR$ 3,8 mil · 68 votosR$ 56
- Arnaldo Kuyven MDBR$ 8,8 mil · 179 votosR$ 49,1
- Ieda PDTR$ 5,6 mil · 134 votosR$ 42,1
- Dutra MDBR$ 6 mil · 152 votosR$ 39,4
- Catia Josieli Dos S Belmonte PPR$ 8,6 mil · 221 votosR$ 38,9
- Marley Carpes PSDBR$ 6,1 mil · 159 votosR$ 38,2
- Professora Nara Alegre Piegas MDBR$ 6,1 mil · 164 votosR$ 37,5
- Loreni Geremia PPR$ 7,5 mil · 232 votosR$ 32,5
- Basileu Benites Bicca De Lima PPR$ 4,1 mil · 147 votosR$ 28
- Janete Pinheiro MDBR$ 6,3 mil · 363 votosR$ 17,2
- Nelson Santos PSDBR$ 4,6 mil · 275 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.