Dimas Bar
Edmar Aparecido Moreira · nasceu em 1969
Dimas Bar se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2008), PV (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Dimas Bar declarou R$ 155,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Dimas BarR$ 155,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Dimas Bar declarou ao TSE R$ 4,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Paulo de Faria (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.03373,9%
- PartidoR$ 1.07026,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.59963,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 86621,1%
- Material impressoR$ 63715,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Paulo de Faria (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 46 por voto. Quem venceu, Andrei Frigeri, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Pacheco PDTR$ 7,2 mil · 28 votosR$ 259
- Elaine PVR$ 5,9 mil · 50 votosR$ 119
- Valdevino PTBR$ 22 mil · 231 votosR$ 94,4
- Tereza Da Madereira PDTR$ 5,2 mil · 88 votosR$ 58,9
- Queta PSDBR$ 6,6 mil · 127 votosR$ 51,6
- Lurdinha DEMR$ 14 mil · 312 votosR$ 46
- Tia Amélia PTBR$ 9,4 mil · 231 votosR$ 40,5
- Ricardo Do Nino PDTR$ 4,8 mil · 134 votosR$ 35,5
- Uirian Munhoz PDTR$ 7,9 mil · 254 votosR$ 31,1
- Andrei Frigeri CIDADANIAR$ 5,9 mil · 276 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2012, vereador: 50 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.